Atendendo solicitação do vereador Eduardo Edamitsu, projeto promoveu esporte e lazer na zona leste

Projeto da “Ciranda de Esporte e Lazer Rural”, promovido pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (FAESP) e pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), esteve em Tupã, no dia 27 de agosto.

Publicado em: 14 de setembro de 2017

Atendendo a indicação (n° 626/2017), do vereador Eduardo Edamitsu, o projeto da “Ciranda de Esporte e Lazer Rural”, promovido pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (FAESP) e pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), esteve em Tupã, no dia 27 de agosto, trabalhando o tema “Febre Amarela - prevenção e solução”. A proposta foi reforçar a importância para adoção de medidas preventivas para a população.

As atividades ocorreram na quadra poliesportiva do Jardim Marabá. “O projeto tem por objetivo promover o esporte e lazer para as comunidades em geral, para que assim, as pessoas venham atender uma ação de prática alimentar saudável e o princípio de inclusão social, democracia, universalidade, descentralização e participação dos nossos munícipes”, disse o vereador Eduardo Edamtisu.

O programa “Ciranda de Esporte e Lazer Rural” mobilizou as secretarias como a de Cultura, Saúde, Agricultura e Meio Ambiente, Promoção Social, Esportes e Recreação e Desenvolvimento Econômico. “O projeto se desenvolve em eixos como saúde, meio ambiente, cultura da paz e integração e inclusão social”, informou o vereador Eduardo. 

Febre Amarela

No Brasil, a primeira notícia que se tem conhecimento sobre a febre amarela data do ano de 1685, em Pernambuco. Na cidade de Salvador, na mesma época teve um surto da doença que causou a morte de centenas de pessoas num período de seis anos. Mas, com a realização de uma intensa campanha de prevenção obteve-se êxito no controle de epidemia no país.

Nas áreas urbanas, a transmissão da doença se dá pelo mosquito “Aedes aegypti”, o mesmo responsável pela transmissão da dengue, chikungunya e zika. A transmissão da doença nas cidades está erradicada desde o ano de 1942. Apesar disso, a febre amarela – doença cuja versão silvestre registrou em Minas Gerais neste ano o pior surto da história recente do país – tem potencial para tornar concreto um dos maiores pesadelos das autoridades sanitárias: voltar a ser uma enfermidade urbana. 


Publicado por: Assessoria de Comunicação

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