Caio Aoqui defende desoneração tributária sobre os medicamentos

O vereador Caio Aoqui participou do lançamento da Frente Parlamentar Estadual para a Desoneração Tributária sobre os Medicamentos.

Publicado em: 20 de junho de 2013

 Vereador participou do lançamento da Frente Parlamentar Estadual

 

 

 

O vereador Caio Aoqui participou do lançamento da Frente Parlamentar Estadual para a Desoneração Tributária sobre os Medicamentos, que ocorreu no dia 5 de junho, no auditório Paulo Kobayashi, na Assembleia Legislativa. Presidida pela deputada estadual Maria Lúcia Amary (PSDB) e tendo como vice-presidente o deputado estadual Hélio Nishimoto (PSDB), a iniciativa é uma extensão da Frente Parlamentar lançada em Brasília pelo deputado federal Walter Ihoshi (PSD-SP), em abril.

Por meio de moção aprovada pela Câmara Municipal, o vereador Caio Aoqui manifestou apoio ao deputado federal Walter Ihoshi (PSD) pela criação da Frente Parlamentar para Desoneração dos Medicamentos e também pela Frente Estadual, que discutirão a elevada carga tributária aplicado ao setor em nosso país. “O objetivo é sensibilizar o Poder Executivo e reduzir o preço dos medicamentos no país, que é o mais caro do mundo devido à alta tributação”, analisa.

Cerca de 100 pessoas estiveram no evento, entre elas parlamentares estaduais e federais, prefeitos, vereadores e representantes do setor farmacêutico. Segundo o vereador Caio, em vários países, como Estados Unidos, Canadá e Reino Unido, a tributação para o setor é zero. “Na maioria dos países da Europa, a carga tributaria dos medicamentos chega ao máximo 10% e média mundial é de 6%, enquanto no Brasil é de 34,9%”, informa.

Por conta disso, o remédio custa mais do que deveria, fazendo com que 55% da população não tenham condições financeiras de comprá-lo. “Um farmacêutico contou que por diversas vezes pessoas que vão até o balcão com uma receita que tem de pelo menos três remédios. Sem condições de comprar todos, a pessoa pede somente o medicamento que vai tirar a dor”, comenta o vereador.

Um estudo publicado pelo Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sindusfarma) mostra que os impostos cobrados por União, estados e municípios cresceram mais do que a inflação e o PIB, na última década. Em valores atualizados, a carga tributária per capita cresceu 56% entre 2000 e 2010, uma quantia desproporcional à renda do trabalhador brasileiro.

Dados do IBGE mostram que as famílias de classe E desembolsam R$ 7,00 por mês em medicamentos. Os mais ricos gastam R$ 100,00. Dessa forma, o acesso aos remédios depende exclusivamente da renda de cada família.

 

Tiago Pettenuci

Assessor de Comunicação

 


Publicado por: Tiago Pettenuci, assessor de comunicação

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